Pandemia: 375 mil Salões de Beleza Exterminados

 

 

Pandemia: 375 mil Salões de Beleza Exterminados

Pandemia: 375 mil Salões de Beleza Exterminados

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01. Salão De Beleza

02. Os Funcionários

03. Salão Parceiro

04. Renascendo

05. Os Supermercados Na Pandemia

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Podemos dizer que, tirando os vendedores de vacinas, álcool em gel, máscaras e afins, poucos negócios passaram ilesos por essa crise como os supermercados. Mais abaixo, há uma pequena amostra de como se portou esse e outros setores.

01. Salão De Beleza 

E um dos setores que não escaparam, não passaram ilesos e foram duramente castigados nesta pandemia foi o de salões de cabeleireiros. Simplesmente 375 mil salões de beleza foram exterminados em todo o Brasil.

Dá até para imaginar o sufoco que esses profissionais passaram e ainda passam. Afinal, na fase mais aguda da pandemia, tiveram obrigatoriamente que fechar as portas dos seus estabelecimentos de uma hora para outra. Seus rendimentos simplesmente cessaram, desapareceram.

Pois o dinheiro que vinha todo dia — que era levado para os mercados, açougues, padarias, enfim, para o seu sustento, e até mesmo para o lazer — deixou de existir de repente.

Imediatamente, o que veio a seguir foi o desespero, a necessidade e o endividamento. Em vista disso, sem saída, tiveram que pedir dinheiro para amigos, familiares e bancos.

 

Pois o dinheiro que vinha todo dia — que era gasto nos mercados, açougues, padarias, para o sustento seu e de sua família, e até mesmo para o lazer — deixou de existir de repente.

02. Os Funcionários

E, logicamente, não devemos esquecer dos funcionários desses salões. Muitos deles, aliás, ganham por dia sobre os serviços que prestam: cortes de cabelo, unhas, estética capilar, sobrancelhas, cílios, etc.

A maioria não tem nem carteira assinada ou salário fixo, e passa horas e horas trabalhando para, às vezes, nem ter um rendimento compatível com o lucro que dá ao salão.

03. Salão Parceiro

Mas existe uma lei do Governo Federal chamada Salão Parceiro, que melhora a vida de todos os envolvidos. https://www.sebraeatende.com.br/artigo/mei-voce-sabe-o-que-e-lei-salao-parceiro

Por essa lei, os salões de beleza podem fazer contratos de parceria com esses profissionais (esteticistas, cabeleireiros, maquiadores, manicures, barbeiros, etc.), que atuarão como autônomos, ou seja, sem vínculo empregatício.

Mas os demais empregados continuam com contratos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que foi criada através do Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e sancionada pelo então presidente Getúlio Vargas durante o período do Estado Novo (entre 1937 e 1945), unificando toda a legislação trabalhista existente no Brasil.

Esse texto que foi aprovado faz com que esses profissionais possam atuar como Microempreendedor Individual (MEI) ou Microempresa.

Nele estão previstos todos os direitos e deveres dos proprietários e de cada uma das categorias interessadas, fechando entre ambos uma relação de parceria. Portanto, é sempre bom ficar de olho para ver se todos os salões estão se utilizando dessas novas regras, que são benéficas para todos.

04. Renascendo

Mas agora parece que as coisas estão querendo voltar ao normal. Devagarzinho, as pessoas — principalmente as já vacinadas — estão pegando confiança e voltando a frequentar lugares que haviam abandonado ou que simplesmente tinham fechado as suas portas.

Mas voltando entre aspas, porque mal diminuíram os casos de Covid-19 normal, já surgiu a variante Ômicron.

E agora, quando as boas línguas estão dizendo que ela não é tão grave assim, aparece a gripe H1N1, toda recauchutada, bonita, novinha em folha, com o pomposo nome H3N2 DARWIN, em letra maiúscula ainda, só para judiar mais um pouquinho desse povo já tão cansado.

Mas somos brasileiros e não desistimos nunca! Haja coração!

Os Supermercados Na Pandemia

Não precisa ser nenhum gênio para saber que quem se deu bem nesta pandemia foram os supermercados.

Creio eu que não por isso ficaram contentes com a situação, visto que, provavelmente, seus proprietários podem muito bem ter perdido amigos e entes queridos como todos nós.

E, mesmo que não, se sensibilizaram e se sensibilizam com a dor dos outros. É preciso uma pessoa ser muito fria, sem empatia, para não ter se sensibilizado com tudo o que aconteceu e continua acontecendo.

Mas digamos que os supermercadistas estavam no lugar certo e na hora certa. E por que também não dizer que trabalharam muito bem, não deixando faltar as mercadorias de que tanto precisávamos e continuamos precisando?

Veja os números de acordo com o site: https://negociossc.com.br/blog/pandemia

"As vendas em supermercados no Brasil tiveram um crescimento real de 9,36% em 2020, na comparação com o ano anterior, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
Santa Catarina observou uma alta similar, de 9,65% no mesmo período, de acordo com a Associação Catarinense de Supermercados (Acats).
Definitivamente, profundas transformações ocorreram em meio a esse impacto, visto que, enquanto o maior tempo passado em casa ditava novas tendências de consumo, supermercadistas de todo o país corriam para colocar em prática mudanças há muito em andamento."

Vamos torcer para que daqui para a frente os outros setores da economia cresçam igual aos supermercados.

Infelizmente, no ano que vem, para ajudar, ainda tem eleições, e toca o Brasil caminhar naqueles passos políticos — o que, para nós que desejamos reformas e torcemos para serem aprovadas coisas que realmente interessam com a maior rapidez possível, vai ser duro aguentar!