O Impacto Da Pandemia No Setor De livros

 

 

O Impacto Da Pandemia No Setor De livros

O Impacto Da Pandemia No Setor De livros

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01. O Impacto Da Pandemia No Setor De livros

02. Motivo Nenhum Para Estourar Champagne

03. Olhar Com Mais Amor Para As Novas Tecnologias

04. Pandemia Foi Uma Verdadeira Tragédia Para o Mercado De Livros Nacional

05. Os Dias Após Os Outros Dias

06. Crescimento no Setor Editorial Anima

07. Podemos Voltar a Sonhar Com Dias Melhores

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01. O Impacto Da Pandemia No Setor De livros

Você escritor (a), que não conseguiu publicar ainda o seu primeiro livro.

Que já estava no finalzinho do seu lindo romance.

Do seu espetacular livro de ação.

Ou do seu emocionante livro de superação.

Já vendo ele nas gôndolas das editoras.

Como é que ficou com esse coração?

Quando chegou a pandemia pensou:

E agora, Meu Deus!

Às editoras estão todas fechando!

Sabe quando vou publicar o meu livro agora? Nunca!

E então o susto já passou?

A esperança e os sonhos voltaram a brilhar?

O seu livro voltou para as gôndolas das livrarias?

Vamos ver então como estava e como está agora esse mercado tão fascinante e imprescindível!

O Impacto Da Pandemia No Setor De livros

Com o aparecimento desse novo coronavírus vindo da China, que se alastrou para todos os continentes.

Obrigou a OMS, Organização Mundial Da Saúde na pessoa do seu diretor geral, Tedros Adhanom.

A declarar emergência de saúde pública em todo o mundo.

Esse vírus que atingiu em diferentes momentos e de formas distintas a maioria dos países, obrigou a todos a mudar radicalmente o estilo de vida.

Talvez só visto isso anteriormente em grandes guerras mundiais.

Porém, o motivo para isso é que as autoridades sanitárias sem saber como reagir ao rápido avanço da doença decretaram o isolamento social.

O famigerado lockdown. (confinamento)

Que agora voltou com força total em alguns países.

02. Motivo Nenhum Para Estourar Champagne

O Brasil neste momento, por enquanto, está um pouco mais aliviado.

E em pouco tempo não só a vida das pessoas mudaram radicalmente, como a vida das empresas.

Naturalmente, depois de acusar os primeiros golpes tiveram que se reinventar.

Processo que ainda continua a todo vapor.

E obviamente o setor editorial que já nos últimos anos não tinha motivo nenhum para estourar champagne.

Viu as coisas ficarem piores ainda.

03. Olhar Com Mais Amor Para As Novas Tecnologias

Elas tiveram que ficar fechadas por um período, e seus funcionários ficaram trancados em casa.

Igualmente às livrarias abaixaram às suas portas.

Às editoras logo perceberam também que produzir livros tinha ficado mais caro.

Noites de autógrafos que geralmente servem para divulgação de autores novos e obras independentes, ficou até proibido pensar.

Com esse mapa na cabeça as editoras, livrarias e afins tiveram que olhar com mais amor para as novas tecnologias.

O que antes era uma opção virou obrigação, questão de sobrevivência.

04. Pandemia Foi Uma Verdadeira Tragédia Para o Mercado De Livros Nacional

E mesmo com ótimas vendas de e-books, (livros digitais) isso representa muito pouco no faturamento global das editoras.

A Livraria Cultura e a Livraria Saraiva que estão em processo judicial desde 2018 viram a situação piorar.

“O Book Advisor Eduardo Villela: que já teve passagem por editoras como Saraiva, Campus-Elsevier, Évora, dentre outras, comenta que pandemia foi uma verdadeira tragédia para o mercado de livros nacional. https://www.consumidormoderno.com.br/2020/08/27/pandemia-

A Saraiva ― que já chegou a ser a maior livraria do Brasil ― tinha 70% da saída de livros impressos pelas lojas físicas, e apenas 30% via site, indica Villela.

Logo, mesmo em marcas cujo varejo online é relevante e bem-estruturado, o peso da loja física continua sendo muito grande.

Os dados da Saraiva refletem as informações disponibilizadas pela ANL para o mercado literário geral no Brasil: antes da pandemia, 60% das vendas eram feitas em livrarias e apenas 40% via sites (o que inclui os sites das próprias redes de livrarias).

“A grande maioria das pequenas e médias livrarias não disponibilizavam esse tipo de recurso, ou não usavam de modo eficaz.

Portanto, não conseguiram se manter competitivas nesse período e tiveram que fechar as portas”, diz Villela.

05. Os Dias Após Os Outros Dias

Mas nada fica parado neste planeta emocionante, afinal mais livros novos têm que continuarem a serem lidos.

Mas para isso alguém têm que escrevê-los, alguém têm que corrigi-los, alguém têm que produzi-los, alguém têm que expô-los, então, vamos lá pessoal!

Nada de ficar só pensando!

06. Crescimento no Setor Editorial Anima

O setor editorial brasileiro tem crescido muito bem neste ano de 2021.

As editoras e as livrarias abriram novas lojas.

Consequentemente uma indicação clara de que as pessoas têm comprado mais livros.

E também tem o fato de que ler em computadores, celulares, tablets pode até quebrar o galho, mas nada substitui entrar na livraria, ficar procurando e comprar um.

Chegar em casa cheirar profundamente e folheá-lo.

É Bom demais!

Além disso, todos nós, acho, estávamos com vontade de sair por aí, entrar nos lugares com menos medo de que milhares ou milhões de vírus fossem saltar em cima da gente.

Podemos Voltar a Sonhar Com Dias Melhores

De acordo com o 7º Painel do Varejo de Livros no Brasil de 2021, realizado pela Nielsen Book e divulgado pelo Sindicato Nacional dos

Editores de Livro (SNEL), o primeiro semestre de 2021 foi ótimo para o mercado editorial, trazendo um aumento de 48,5% na venda de

livros em relação ao mesmo período de 2020.

A mesma pesquisa, feita pela Nielsen, comprovou que o hábito de leitura cresceu em 2021 e mostrou que entre os dias 13 de setembro e 10 de outubro de 2021 foram vendidos 4 milhões de livros.

O que representa um aumento de 26,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

No acumulado de 2021, foram vendidos 40,15 milhões de exemplares, um aumento de 37,54% em volume.

Que maravilha, não é mesmo?

Tenho certeza que além dos escritores (as) poetas, poetisas e de todos os envolvidos nessa área.

Todos nós de infinitos nichos podemos voltar a sonhar com dias melhores.

É certeza que se não houver mais nenhum grave contratempo o resto da economia voltará a crescer mais consistentemente.

E esses tristes momentos da humanidade ficarão para trás como tantos outros já ficaram.

Que assim seja!